Rush No Limite da Emoção

Filme de 2013 com pouca repercussão no Brasil, o Filme conta o glamour dos anos românticos da formula 1, e mostra a trajetória de NIKI LAUDA (Daniel Brühl) e seu rival JAMES HUNT (Chris Hemsworth). Niki lauda era um piloto pragmático e reservado, já James Hunt era o típico Playboy mulherengo que mostrava sucesso nas pistas para mostrar que era mais que um rostinho bonito.

rush-poster-nacional
A clara diferença entre as personalidades dos dois pilotos os tornaram rivais em todos os campos, o início do filme é usado para caracterizar os personagens mostrar a personalidade dos dois pilotos e as suas motivações pessoais. O filme chega no auge mostrando a fatídica temporada de 1976 ano em que Lauda sofreu um grave acidente e ficou preso em um carro em chamas. Filme emocionante em que vemos a motivação de um piloto e a difícil decisão de se arriscar correndo em círculos.
timthumb
Tecnicamente o filme merece uma atenção especial na fotografia que está perfeita você realmente acredita que o filme foi gravado em 1970, quanto as interpretações Daniel Brühl é surpreendentemente convincente no papel de Lauda todos os trejeitos do piloto estão presentes na telona, não ficaria surpreso se fosse indicado ao Oscar.

Spartacus A Origem e A queda

Depois de tanto tempo vou indicar um seriado que eu gostei bastante “Spartacus”, bem vamos ao que interessa.
A serie contém 3 temporadas completas e um prequel explicando a origem de alguns personagens são um total de 39 episódios de 1 hora, que deixam saudades. O mais marcante na série é a violência extrema, é sangue para todos os lados, e a falta de pudor o seriado mostra a verdadeira Roma onde o Sexo era algo natural.
A primeira temporada chamada Blood and Sand (Sangue e Areia), mostra como Spartacus um homem livre da trácia acabou se transformando em um escravo romano, e como o escravo acabou se tornando um mito dentro da Arena (local onde havia os duelos de gladiadores) da cidade de Cápua. Também é perceptivo a falta de dinheiro da produção transformando as cenas onde se tem mais sangue em algo mais cartunesco, pessoalmente gostei dos efeitos visuais inseridos para se tirar atenção da maquiagem e etc.

Já no prequel Gods of the Arena (Deuses da Arena) é mostrado a Origem de importantes personagens da Serie como Batiatus, Crixus, Onemaeus, Gannicus, através desse prequel entendemos a origens do Ludos (local onde treinados os gladiadores) e por que estava naquele estado. Um fator importante do Prequel ter sido lançado logos depois da primeira temporada foi que o Ator Andy Whitfield que interpreta o Spartacus descobriu 39 tipos de câncer, com isso foi interrompida as gravações da série para que o ator fosse tratado, porém o ator não resistiu e veio a falecer entrando o seu lugar o ator Liam McIntyre.

A segunda Temporada chamada Spartacus: Vengeance (Vingança), a sua ação decorre após a rebelião e fuga dos gladiadores da casa de Batiatus liderada por Spartacus e a busca por vingança pela morte de Sura sua esposa. Vemos a escalda do medo por Roma e uma grande investimento financeiro em batalhas grandiosas. Como já foi dito a lutas e cenários de guerras são todos muito emocionantes. A trama vai pela mudança do status de Spartacus para o Mito entre os escravos e um homem que além de grande guerreiro se tornou um grande general.

A terceira e última temporada Spartacus: War of the Damned mostra o final da guerra e da revolta e mostra como foi para Roma enfrentar 80 mil escravos libertos batalhas épicas sangue por todos os lados. Deixemos Cenas as falarem por si só:

Spartacus – Triller 3 temporada from Rafael Albuquerque on Vimeo.

Quer saber mais sobre Spartacus indico o RapaduraCast 329 sobre o seriado:

http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/rapaduracast-329-spartacus/

“Um homem livre quando morre deixa o prazer da vida, um escravo quando morre deixa a dor dela”

Somos tão Jovens

66994_548049175234845_553067944_n

Bem ontem (10-05-13) assistir ao filme já citado no título, essa obra tem que ser analisada com cuidado, primeiro como obra cinematográfica e segundo para os fãs do Renato Russo.

Pois bem vamos por partes, o elenco em si parece bem entrosado o ator Thiago Mendonça parece e muito com o Renato Russo, porém achei muito forçado alguns trejeitos, a pouca expressão dos atores coadjuvantes também contribui para ser um filme “mais do mesmo”.

O roteiro é bem fraco, se prende demais em partes não muito importantes, eu como grande fã da Legião Urbana e do Renato percebi algumas aberrações históricas. Momentos importantes na vida do Renato foram deixados de fora, o filme dá uma impressão que acaba no meio. Alguns personagens aparem do nada sem nem citar o nome e somem como se nunca tivessem aparecido.  A forma como foi inserida trechos das músicas em conversas era irritante, na primeira vez “porra legal”, na segunda “tá bom “, na terceira “caralho para com essa merda”.

A obra também falha na produção técnica algumas cenas são muito mal cortadas, o filme se sustenta apenas pela trilha sonora.

Finalizando é um filme bom para quem é fã e quer ter uma noção como tudo se iniciou, porém como obra cinematográfica fica muito aquém do que poderia ser, fico na esperança o que o “faroeste Caboclo” seja melhor.

Nota 3, por que sou fã da banda.

Os Vikings

Imagem

Finalmente o History deixou de lado o trato feito e fez algo realmente inovador, OS VINKINGS, conta a história de Ragnar Lodbrok, um guerreiro que acha que é filho de Odin, a série em si é cheia de referências a mitologia Nórdica, para pegar todas as referências da série é bom pelo menos ter uma noção da mitologia, indico o nerdcast  para quem não conhece sobre a mitologia em si.

Os episódios retratam as Ambições de Ragnar e sua busca pelo reconhecimento, os atores estão  muito bem em seus papeis, com raras escorregadas, a história é bem contada, porém as cenas de batalhas são um tanto acanhadas para a proposta, duas dúzias de guerreiros amedrontam uma capital  por exemplo, porém é diversão na certa.

Imagem

Muitas vezes entramos em certos dilemas morais, pelo fato de apoiarmos os atos do herói, que diga-se de passagem de que em certos momentos se revela um anti-herói, a primeira temporada tem 9 episódios e mostra a acessão do Ragnar, vale muito a pena acompanhar, mas tem que ter estomago, as cenas com sangue não são cortadas em nenhum momento, chega a ser “tarantinesco”.

Concluído, nota 8 vale a pena assistir principalmente se você se interessa em saber mais sobre a vida dos Vikings.

Abaixo um trailer para sentir o clima.