Somos tão Jovens

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Bem ontem (10-05-13) assistir ao filme já citado no título, essa obra tem que ser analisada com cuidado, primeiro como obra cinematográfica e segundo para os fãs do Renato Russo.

Pois bem vamos por partes, o elenco em si parece bem entrosado o ator Thiago Mendonça parece e muito com o Renato Russo, porém achei muito forçado alguns trejeitos, a pouca expressão dos atores coadjuvantes também contribui para ser um filme “mais do mesmo”.

O roteiro é bem fraco, se prende demais em partes não muito importantes, eu como grande fã da Legião Urbana e do Renato percebi algumas aberrações históricas. Momentos importantes na vida do Renato foram deixados de fora, o filme dá uma impressão que acaba no meio. Alguns personagens aparem do nada sem nem citar o nome e somem como se nunca tivessem aparecido.  A forma como foi inserida trechos das músicas em conversas era irritante, na primeira vez “porra legal”, na segunda “tá bom “, na terceira “caralho para com essa merda”.

A obra também falha na produção técnica algumas cenas são muito mal cortadas, o filme se sustenta apenas pela trilha sonora.

Finalizando é um filme bom para quem é fã e quer ter uma noção como tudo se iniciou, porém como obra cinematográfica fica muito aquém do que poderia ser, fico na esperança o que o “faroeste Caboclo” seja melhor.

Nota 3, por que sou fã da banda.

Os Vikings

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Finalmente o History deixou de lado o trato feito e fez algo realmente inovador, OS VINKINGS, conta a história de Ragnar Lodbrok, um guerreiro que acha que é filho de Odin, a série em si é cheia de referências a mitologia Nórdica, para pegar todas as referências da série é bom pelo menos ter uma noção da mitologia, indico o nerdcast  para quem não conhece sobre a mitologia em si.

Os episódios retratam as Ambições de Ragnar e sua busca pelo reconhecimento, os atores estão  muito bem em seus papeis, com raras escorregadas, a história é bem contada, porém as cenas de batalhas são um tanto acanhadas para a proposta, duas dúzias de guerreiros amedrontam uma capital  por exemplo, porém é diversão na certa.

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Muitas vezes entramos em certos dilemas morais, pelo fato de apoiarmos os atos do herói, que diga-se de passagem de que em certos momentos se revela um anti-herói, a primeira temporada tem 9 episódios e mostra a acessão do Ragnar, vale muito a pena acompanhar, mas tem que ter estomago, as cenas com sangue não são cortadas em nenhum momento, chega a ser “tarantinesco”.

Concluído, nota 8 vale a pena assistir principalmente se você se interessa em saber mais sobre a vida dos Vikings.

Abaixo um trailer para sentir o clima.