Crônicas Saxônicas

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A série de livros criada pelo autor britânico, Bernard Cornwell conta a história da invasão dos Nórdicos (poderia usar o termo Viking, mas lendo o livro você vai entender porque não usar) na ilha britânica em época que não existia a Inglaterra que conhecemos hoje.

Até a presente data foram lançados sete livros todos com uma incrível reconstrução histórica do período que se passa os eventos narrados.

Acompanhamos a saga do jovem Uhtred nobre “inglês” que quando criança foi capturado por noruegueses e cresceu com eles, vemos o conflito entre pagãos e cristões.

Os livros narram com perfeição as batalhas da época, Cornwell consegue como poucos mostrar a selvageria e horror de um combate na parede de escudos sem perder a noção das táticas militares da época, dando uma visão geral do que acontece no campo de batalha e uma visão particular do combate.

Fiz a leitura de toda a coleção em menos de 30 dias os livros são ótimos, principalmente para um amante de cultura militar, vemos Uhtred crescer, lutar e seu dilema em amar os homens do Norte a cultura nórdica e lutar contra eles mesmo sendo acusado de traidor pelos seus conterrâneos.  Quando acabar a leitura você vai gritar “Shield wall”!!!!!

Se quiser comprar o box com os sete livros clique aqui.

 

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O que é música?

Definir música como um conjunto de sons formado por instrumento(s), e ou acompanhado de uma voz(es) é muito simples e chega a ser revoltante para um cara como eu.
Gosto de descrever a música pela sua função e reação.
Música é a arte mais antiga já conhecida, através dela podemos experimentar um turbilhão de emoções e sensações, além do mais podemos descrever toda nossa personalidade e toda nossa vida através de trechos ou até mesmo músicas inteiras.
Músicos são aqueles que de alguma forma foram escolhidos para “tocar” a nossa alma, fazendo com que aquilo que ouvimos nos proporcione uma reação, seja ela uma reflexão que pode nos ajudar (e muito) ou apenas um entretenimento momentâneo.
Ser músico, até mesmo para um cara da Disney (escolhido pela imagem) para fazer aquilo, já foi um sonho dessa pessoa . Pois a música não se deixa ser tocada por aqueles que não possuem a magia, ela escolhe você (a não ser que você só interprete sons e finja que está cantando rs).
Você pode até estudar, conhecer infinitos acordes, partituras, tempo, respiração, criar e tocar perfeitamente uma música, mas não vai conseguir atingir o que a própria música espera…tocar o coração e a alma.
Pois bem com o tempo vou falando um pouco mais do conceito que tenho sobre música e músicos e “músicos”, para dar um exemplo legal e também compartilhar com vocês um pouco do que falo, assistam este filme, AUGUST RUSH (O som do Coração):

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No final de cada postagem deixarei uma sugestão de música ou clip para vocês.
Hoje um pouco mais clássico deixo uma de minhas preferidas, consigo experimentar vários lugares diferentes ouvindo esta música:

Post do Querido amigo Wellington Martins

Rush No Limite da Emoção

Filme de 2013 com pouca repercussão no Brasil, o Filme conta o glamour dos anos românticos da formula 1, e mostra a trajetória de NIKI LAUDA (Daniel Brühl) e seu rival JAMES HUNT (Chris Hemsworth). Niki lauda era um piloto pragmático e reservado, já James Hunt era o típico Playboy mulherengo que mostrava sucesso nas pistas para mostrar que era mais que um rostinho bonito.

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A clara diferença entre as personalidades dos dois pilotos os tornaram rivais em todos os campos, o início do filme é usado para caracterizar os personagens mostrar a personalidade dos dois pilotos e as suas motivações pessoais. O filme chega no auge mostrando a fatídica temporada de 1976 ano em que Lauda sofreu um grave acidente e ficou preso em um carro em chamas. Filme emocionante em que vemos a motivação de um piloto e a difícil decisão de se arriscar correndo em círculos.
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Tecnicamente o filme merece uma atenção especial na fotografia que está perfeita você realmente acredita que o filme foi gravado em 1970, quanto as interpretações Daniel Brühl é surpreendentemente convincente no papel de Lauda todos os trejeitos do piloto estão presentes na telona, não ficaria surpreso se fosse indicado ao Oscar.

Spartacus A Origem e A queda

Depois de tanto tempo vou indicar um seriado que eu gostei bastante “Spartacus”, bem vamos ao que interessa.
A serie contém 3 temporadas completas e um prequel explicando a origem de alguns personagens são um total de 39 episódios de 1 hora, que deixam saudades. O mais marcante na série é a violência extrema, é sangue para todos os lados, e a falta de pudor o seriado mostra a verdadeira Roma onde o Sexo era algo natural.
A primeira temporada chamada Blood and Sand (Sangue e Areia), mostra como Spartacus um homem livre da trácia acabou se transformando em um escravo romano, e como o escravo acabou se tornando um mito dentro da Arena (local onde havia os duelos de gladiadores) da cidade de Cápua. Também é perceptivo a falta de dinheiro da produção transformando as cenas onde se tem mais sangue em algo mais cartunesco, pessoalmente gostei dos efeitos visuais inseridos para se tirar atenção da maquiagem e etc.

Já no prequel Gods of the Arena (Deuses da Arena) é mostrado a Origem de importantes personagens da Serie como Batiatus, Crixus, Onemaeus, Gannicus, através desse prequel entendemos a origens do Ludos (local onde treinados os gladiadores) e por que estava naquele estado. Um fator importante do Prequel ter sido lançado logos depois da primeira temporada foi que o Ator Andy Whitfield que interpreta o Spartacus descobriu 39 tipos de câncer, com isso foi interrompida as gravações da série para que o ator fosse tratado, porém o ator não resistiu e veio a falecer entrando o seu lugar o ator Liam McIntyre.

A segunda Temporada chamada Spartacus: Vengeance (Vingança), a sua ação decorre após a rebelião e fuga dos gladiadores da casa de Batiatus liderada por Spartacus e a busca por vingança pela morte de Sura sua esposa. Vemos a escalda do medo por Roma e uma grande investimento financeiro em batalhas grandiosas. Como já foi dito a lutas e cenários de guerras são todos muito emocionantes. A trama vai pela mudança do status de Spartacus para o Mito entre os escravos e um homem que além de grande guerreiro se tornou um grande general.

A terceira e última temporada Spartacus: War of the Damned mostra o final da guerra e da revolta e mostra como foi para Roma enfrentar 80 mil escravos libertos batalhas épicas sangue por todos os lados. Deixemos Cenas as falarem por si só:

Spartacus – Triller 3 temporada from Rafael Albuquerque on Vimeo.

Quer saber mais sobre Spartacus indico o RapaduraCast 329 sobre o seriado:

http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/rapaduracast-329-spartacus/

“Um homem livre quando morre deixa o prazer da vida, um escravo quando morre deixa a dor dela”

Somos tão Jovens

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Bem ontem (10-05-13) assistir ao filme já citado no título, essa obra tem que ser analisada com cuidado, primeiro como obra cinematográfica e segundo para os fãs do Renato Russo.

Pois bem vamos por partes, o elenco em si parece bem entrosado o ator Thiago Mendonça parece e muito com o Renato Russo, porém achei muito forçado alguns trejeitos, a pouca expressão dos atores coadjuvantes também contribui para ser um filme “mais do mesmo”.

O roteiro é bem fraco, se prende demais em partes não muito importantes, eu como grande fã da Legião Urbana e do Renato percebi algumas aberrações históricas. Momentos importantes na vida do Renato foram deixados de fora, o filme dá uma impressão que acaba no meio. Alguns personagens aparem do nada sem nem citar o nome e somem como se nunca tivessem aparecido.  A forma como foi inserida trechos das músicas em conversas era irritante, na primeira vez “porra legal”, na segunda “tá bom “, na terceira “caralho para com essa merda”.

A obra também falha na produção técnica algumas cenas são muito mal cortadas, o filme se sustenta apenas pela trilha sonora.

Finalizando é um filme bom para quem é fã e quer ter uma noção como tudo se iniciou, porém como obra cinematográfica fica muito aquém do que poderia ser, fico na esperança o que o “faroeste Caboclo” seja melhor.

Nota 3, por que sou fã da banda.

Os Vikings

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Finalmente o History deixou de lado o trato feito e fez algo realmente inovador, OS VINKINGS, conta a história de Ragnar Lodbrok, um guerreiro que acha que é filho de Odin, a série em si é cheia de referências a mitologia Nórdica, para pegar todas as referências da série é bom pelo menos ter uma noção da mitologia, indico o nerdcast  para quem não conhece sobre a mitologia em si.

Os episódios retratam as Ambições de Ragnar e sua busca pelo reconhecimento, os atores estão  muito bem em seus papeis, com raras escorregadas, a história é bem contada, porém as cenas de batalhas são um tanto acanhadas para a proposta, duas dúzias de guerreiros amedrontam uma capital  por exemplo, porém é diversão na certa.

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Muitas vezes entramos em certos dilemas morais, pelo fato de apoiarmos os atos do herói, que diga-se de passagem de que em certos momentos se revela um anti-herói, a primeira temporada tem 9 episódios e mostra a acessão do Ragnar, vale muito a pena acompanhar, mas tem que ter estomago, as cenas com sangue não são cortadas em nenhum momento, chega a ser “tarantinesco”.

Concluído, nota 8 vale a pena assistir principalmente se você se interessa em saber mais sobre a vida dos Vikings.

Abaixo um trailer para sentir o clima.